quarta-feira, 1 de abril de 2009
Além da vista anual
Não decifro suas palavras, Hollywood já encheu!!!
Pata, peta, pita,pota.... CREUSAA
Todos são iguais. Eu sou igual?
Somos iguais no arraial do solsticio lunar?
- Tem festa no céu! - diz o sapo na lagoa da penitenciaria estadual.
Da janela tudo passa, tudo posso,
Sol quadrado no jornal da manhã.
Assassinato na manchete de amanhã.
Não irrite o moço, não saia da sua sala
trave a sua grade, e veja tudo pela janela
Uma hora vai acontecer, sem sair do lugar.
Ninguém visita, ninguém em vista, compre a vista
Curta a vista da janela
Todos tem uma vida sem sair do lugar,
Duas vidas ou mais.
Pata, peta, pita,pota.... CREUSAA
Todos são iguais. Eu sou igual?
Somos iguais no arraial do solsticio lunar?
- Tem festa no céu! - diz o sapo na lagoa da penitenciaria estadual.
Da janela tudo passa, tudo posso,
Sol quadrado no jornal da manhã.
Assassinato na manchete de amanhã.
Não irrite o moço, não saia da sua sala
trave a sua grade, e veja tudo pela janela
Uma hora vai acontecer, sem sair do lugar.
Ninguém visita, ninguém em vista, compre a vista
Curta a vista da janela
Todos tem uma vida sem sair do lugar,
Duas vidas ou mais.
Para que serve o Pause??
Na cidade de ninguém, na corrida por alguém
O amanhá não se sabe, a quem pertence?
Faço as escolhas, corro para linha de chegada
Um pedaço do céu, corro pelas escadas
Não tente me impedir, me ajude a subir
me esqueço do passado e me faço em pedaços
para você colher, mas não me carregue longe daqui.
Apague a luz, feche a porta
Deixe o silêncio dominar, a escuridão gritar
O passado condenar. Até onde vou aguentar?
Não sei bem o que escrevo. Só sei o que ouço.
É tudo um blá, blá,blá. A-há! Gotthard alto lá!
Automovel lunar, um disco voador
Me leve daqui seu moço! Me tire daqui Gotthard!
Leite e velocete, fazem a cabeça
Nesse méssito perco os sentidos, quem pode me impedir?
O amanhá não se sabe, a quem pertence?
Faço as escolhas, corro para linha de chegada
Um pedaço do céu, corro pelas escadas
Não tente me impedir, me ajude a subir
me esqueço do passado e me faço em pedaços
para você colher, mas não me carregue longe daqui.
Apague a luz, feche a porta
Deixe o silêncio dominar, a escuridão gritar
O passado condenar. Até onde vou aguentar?
Não sei bem o que escrevo. Só sei o que ouço.
É tudo um blá, blá,blá. A-há! Gotthard alto lá!
Automovel lunar, um disco voador
Me leve daqui seu moço! Me tire daqui Gotthard!
Leite e velocete, fazem a cabeça
Nesse méssito perco os sentidos, quem pode me impedir?
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