quinta-feira, 9 de abril de 2009

Lá vem o "poeta"!

Andando pela rua, mais um cigarro para liberar
sol nascendo, horizonte infinito, pensamentos parasitas
Paralisia mental em passo largos,
Ao encontro do que não espero, não posso saber
há tempos não há algo que me faça comemorar.
Quem me disse que um dia isso iria passar?
IIhh! Sujou, lá vem o poeta. O poeta rimou
Nao passa despercebido na multidão, algo além de ser
suas palavras sujas de ironia alcoolica, por nao saber
Vender o seu pudor, para ilustres altruístas no bordel.
Finja ser o que lhe seja oportuno, finja merecer o que é
Para que tanta inovação? Se não podemos envelhecer em paz
Muros e grades para proteger o que se pode ver da janela
o que não podemos vender, ao menos comprar
Comparar o que não se pode perceber.
Espero sempre ser, espero sem esquecer
que um dia posso envelhecer e vir a ser você

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