Sou o que penso ser, sou o que pensam que sou. Não sou mais do que posso ser. Sou menos que você pede ser. A tudo ofereço a razão, disposta em sobremesas lunares. Sempre que tiro o pé do chão me encontro exposto a anjos medievais. Guerreiros sociais, batalhas naturais. Enquanto o novo não vem eu fico aqui, cantarolando dizeres cruciais. Você não ouve o que posso perder, nem sente o que posso dizer.
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